quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sofro de Lonjura

Ela sentia fortes dores no peito e na cabeça, seus braços pesavam por não ter os abraços, seus ouvidos doíam por não ouvirem a voz, sua pele coçava por não ter o toque, aquele toque daquele rapaz. Então, foi a um médico.

Ela chega no consultório do médico e na sala de espera encontra alguém e começa a conversar:
"O que você vai dizer ao médico"? - pergunta o rapaz.
Ela diz: "Vou dizer, Dr. sofro de lonjura"!

E ali viram algo de comum. Algo que os ligava... começa a conversa.

O rapaz pula da cadeira e diz:
"Ahahahahahaha... tô na mesma doença"!
A menina responde com uma certa certeza:
"Preciso do MEU remédio com uma certa urgência..."
O rapaz responde com a mesma certeza de qual era o seu remédio:
"Eu também! Mas, onde se compra?
"O meu só tem em Carpinópolis..." - responde a menina com esperança.
"Nossa, é longe". - Responde o rapaz...
"Se tu vier [comigo] terei o meu remédio..."
Ela responde: "Ah, mas para resolver esse diagnóstico ai, todo esforço é válido, meu véi... vou até Carpina, a Lua, ou a Londrina".
"É verdade" - responde ele.

Nesse momento a secretária do Dr. chama: "Tayza, sua consulta é agora. Pode entrar. O doutor lhe aguarda".
Ela responde: "Não, não... obrigada, o meu remédio eu já tenho..., acabei de comprovar... Logo, logo esse sofrimento acabará". 
A secretária chama, então, o rapaz... ele que ouvia tudo testifica: "De fato, minha veinha! Que chegue logo! Obrigado, moça - diz ele a secretária -, sei também, certamente, qual é o meu"!


Esse texto fiz em homenagem ao meu amigo casal Tayza e Jotinha. Extraído de uma conversa deles por face. 
Meus irmão, que Deus os fortaleçam nessa caminhada e nesse amor, caminhando sempre para a maturidade bíblica de relacionamento... e que a distância e as dores causada por este dolorosa, mas forjadora, saudade não lhes atrapalhem. ;)

Um forte abraço. Como lhes falei: Essa conversa tava um bom texto (crônica). ;) 
Saudade.

Christopher Vicente

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